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Boom de empreendimentos terá tecnologia para reduzir tempo de obras

Boom de novos empreendimentos virá com mais industrialização e produtividade

05/11/2019

Luiz Henrique Ferreira, CEO da Inovatech, comenta reportagem de jornal apontando novo ciclo de crescimento do setor, que deve vir acompanhado de mais investimentos em tecnologia para encurtar o tempo de obra e, assim, ajudar na recuperação financeira das empresas

 

Por Luiz Henrique Ferreira

No último domingo (03/11), o Estadão publicou uma matéria sobre o alto nível de captação de recursos financeiros das incorporadoras. Segundo o jornal, o volume captado atingiu R$ 3,8 bi, indicando um aquecimento grande do mercado. A matéria, do caderno de Economia, foi o principal destaque de capa do jornal, junto com outra reportagem interessante, que abordou a redução de prazos de obras (a partir do uso de tecnologias) para atrair investidores.

Ambas as reportagens foram publicadas no caderno de Economia e, talvez por isso, não se aprofundaram muito nos tipos de tecnologias usadas para diminuir o tempo de obra dos empreendimentos.

De qualquer forma, a matéria falava um pouco sobre industrialização e uma de redução de três a oito meses. Não é nada muito drástico, se olharmos mais de perto. O que me chamou atenção é que ainda se fala muito em redução de prazo com uso de tecnologia. Mas, pouco se fala em investimento em projeto.

Obras mais rápidas dependem de bons projetos

Aqui na Inovatech, a gente acredita que projeto e obra são uma coisa só e que eles não devem ser dissociados. O projeto precisa ser o tempo inteiro pensado olhando a obra. E a obra, por sua vez, precisa o tempo todo retroalimentar o projeto. É justamente essa retroalimentação entre projeto e obra que gera uma redução expressiva de prazos, ou seja, reduzir pela metade ou ainda mais.

Na outra ponta, a redução de prazos traz mais segurança do ponto de vista de regulamentação, além de mais segurança para o investidor e, principalmente, para quem está comprando a moradia (hoje ainda falamos de comprar um produto e recebe-lo depois de dois anos!).

Novo ciclo de crescimento (realmente novo)

O mercado passa, de fato, pelo início de um novo ciclo. O que a gente espera é que este seja um ciclo diferente também nos modelos de negócio, de financiamento, de compra e venda, de projeto e de construção.

Para isso, o foco deve ser em produtividade, industrialização e sustentabilidade (esta última como uma consequência natural desse investimento grande em produtividade e eficiência).

Fiquei feliz com a matéria sobre produtividade, e mais ainda porque estamos falando sobre isso há mais de um ano. Por essa razão, chamou muito a nossa atenção. Recomendo a leitura e a reflexão! Para acessar a íntegra da reportagem, é só clicar neste link.